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Histórias de vida

Filmes contarão as incríveis histórias de brasileiros que alcançaram a excelência em suas atividades

06 de Janeiro de 2018 - 15h00 Corrigir A + A -
Daniel de Oliveira vive o boxeador Éder Jofre em 10 segundos (Foto: Divulgação - DP)

Daniel de Oliveira vive o boxeador Éder Jofre em 10 segundos (Foto: Divulgação - DP)

Na pele do “Tremendão”, o galã Chay Suede (Foto: Divulgação - DP)

Na pele do “Tremendão”, o galã Chay Suede (Foto: Divulgação - DP)

Os fãs de biografias terão muitos motivos para soltar fogos nessa virada de ano. Isto porque estão previstos aos menos seis lançamentos de filmes nacionais do gênero em 2018. Ainda sem datas de estreia definidas, eles contarão as incríveis histórias de brasileiros que alcançaram a excelência em suas atividades e, em sua maioria, tornaram-se símbolos de uma época na cultura ou no esporte. São os casos de Erasmo Carlos, Chacrinha, Wilson Simonal e Éder Jofre.

Grande fonte de personagens para cinebiografias, a música é o universo visitado pela metade dessas seis produções. Duas delas dialogam fortemente: Minha fama de mau, sobre Erasmo, e Simonal, ambos figuras marcantes da cena musical brasileira das décadas de 1960 e 1970. Produzidos pelo folclórico Carlos Imperial, Simonal e o “Tremendão” se conheciam, tinham amigos em comum e apresentaram atrações na TV nessa época. Simonal chegou a ser atração fixa do programa Jovem Guarda, que lançou o movimento homônimo e catapultou Erasmo e Roberto Carlos.

Minha fama de mau tem o jovem galã Chay Suede no papel principal, além de Gabriel Leone (Roberto), Malu Rodrigues (Wanderléa) e Bianca Comparato (Nara Leão). Já Simonal traz Fabrício Boliveira na pele do cantor que teve ascensão e queda meteóricas, além de Ísis Valverde (Tereza, sua mulher) e Leandro Hassum (Imperial).

Voltando ao início do século, chegamos à história de Pixinguinha, mestre do choro que compôs clássicos como Carinhoso, Rosa, Lamentos e Um a zero, contribuindo para o protagonismo dos negros na música e na cultura brasileiras. Pixinguinha - Um homem carinhoso tem Seu Jorge como protagonista e Taís Araújo no papel de Beti, sua mulher. Lázaro Ramos e Milton Gonçalves fazem participações.

A música também tangencia Chacrinha, filme que contará a história do personagem-apresentador que revolucionou os programas de auditório e a TV no Brasil. Com Stepan Nercessian e Eduardo Sterblitch nos papéis do comunicador Abelardo Barbosa, que se transformava no Velho Guerreiro, o longa chega aos cinemas pelas mãos de Andrucha Waddington, que dirigiu recentemente o musical sobre Chacrinha no teatro.

Na seara esportiva, o homenageado será o bicampeão mundial de boxe Éder Jofre, que enfrentou os problemas com o pai, seu treinador, a falta de tradição do Brasil no esporte e adversários duríssimos para se consagrar em uma época na qual o país carecia de ídolos. Daniel de Oliveira vive o Galo de Ouro em 10 segundos, e tem a companhia de Osmar Prado (Kid Jofre) e Sandra Corveloni (Angelina, mãe de Éder) no elenco.

Por fim, O nome da morte conta a história de Julio Santana, um pacato e insuspeito pai de família que se tornou um requisitado matador profissional com 492 assassinatos cometidos. O filme tem Marco Pigossi como protagonista, além de Fabíula Nascimento, André Mattos, Matheus Nachtergaele e Tony Tornado.

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